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Periódicos científicos


Artigos publicados em periódicos científicos qualificados
      Os periódicos científicos publicam artigos destinados aos especialistas do ramo. Os trabalhos são completos e originais, geralmente de 10 a 20 páginas. Os manuscritos são examinados pelo menos por dois revisores. Conforme a revisão, os manuscritos sofrem modificações e, aqueles que não têm qualidade suficiente são rejeitados. Os artigos publicados são documentos públicos e considerados como artigos “com arbitragem” ou “devidamente revisados”. Os leitores que discordam no conteúdo das publicações podem manifestar sua contestação na forma de uma nota curta, normalmente de 2 páginas. A comissão editorial envia esta nota para o autor e, ele deve responder também na forma de nota. As duas notas são publicadas na mesma edição para que a decisão final seja tomada por outros leitores. Os periódicos com valor acadêmico reconhecido são cadastrados na lista Qualis do CAPES/MEC. Os exemplos nacionais da categoria A são: Revista Brasileira de Geociências (São Paulo), Revista Brasileira de Geofísica (Rio de Janeiro), Revisa Escola de Minas (Ouro Preto), Pesquisas em Geociências (Porto Alegre), e da categoria B são: Revista de Geologia (Fortaleza), Revista de Geociências (Rio Claro) e Boletim de Geociências do Petrobrás (Rio de Janeiro). Os artigos publicados nos periódicos científicos devidamente classificados são de maiores valores.


1. Artigo a favor da hipótese do Vulcão de Nova Iguaçu

Não há.

2. Artigo contra a hipótese do Vulcão de Nova Iguaçu

2.1. Motoki, A., Sichel, S.E., 2006. Avaliação de aspectos texturais e estruturais de corpos vulcânicos e subvulcânicos e sua relação com o ambiente de cristalização, com base em exemplos do Brasil, Argentina e Chile. Revista Escola de Minas, Ouro Preto, 59-1, 13-23.

O primeiro artigo publicado em uma revista periódica científica, que aborda a hipótese do Vulcão de Nova Iguaçu, porém apresenta opinião negativa. Este artigo mostra vários vulcões e corpos subvulcânicos do mundo, conforme graus de denudação regional.

2.2. Motoki, A., Soares, R., Netto, A.M., Sichel, S.E., Aires, J.R., Lobato, M., 2007 Reavaliação do modelo genético do Vulcão de Nova Iguaçu, RJ: origem eruptiva ou intrusão subvulcânica ? Revista Escola de Minas, Ouro Preto. (in press)

Este artigo comprovou a inexistência da cratera vulcânica, cone vulcânico, lava e fluxo piroclástico na área em questão. Desta forma, a hipótese do vulcão intacto foi extinta.

2.3. Motoki, A., Soares, R., Lobato, M., Sichel, E.S., Aires, J.R. 2007. Feições intempéricas em rochas alcalinas félsicas de Nova Iguaçu, RJ. Revista Escola de Minas, Ouro Preto, 60-3, 451-458.

O artigo revelou que os clastos interpretados como bombas vulcânicas são, na verdade, resultados de feições intempéricas compostas de case hardening e dissociação mineral. Isto é, não há bombas vulcânicas em Nova Iguaçu.

2.4. Motoki, A., Soares, R., Netto, A.M., Sichel, E.S., Aires, J.R., Lobato, M. 2007. Forma de ocorrência geológica dos diques de rocha piroclástica no Vale do Rio Dona Eugênia, Parque Municipal de Nova Iguaçu, RJ. Revista Geociências, Rio Claro, 26-1, 67-82.

Este trabalho apresentam descrições dos afloramentos ao longo do Rio Dona Eugênia, Parque Municipal de Nova Iguaçu, esclarecendo que as rochas piroclásticas aí presentes não são formadoras de fluxos piroclásticos, mas sim, de fissuras subvulcânicas.

3. Artigo de postura não definida

3.1. Mota, C.E.M., Geraldes, M.C., 2006. A classificação de brechas magmáticas e sua implicação na evolução do complexo alcalino de Nova Iguaçu - RJ. Geociências, Rio Claro, 25-1, 37-48.

Este artigo interpreta as rochas piroclásticas de Nova Iguaçu como constituintes do edifício vulcânico em uma parte e como formadoras de conduto vulcânico em outra parte.


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